Exposição do Dano da Psiquiatria em Joanesburgo
A CCHR trouxe a sua exibição itinerante Psiquiatria: Uma Indústria de Morte a Joanesburgo sob o tema “Exposição dos Direitos Humanos e Bem‑Estar Mental”, expondo o impacto destrutivo da psiquiatria nas comunidades negras e de cor e atraindo residentes, funcionários municipais, enfermeiros, professores, polícias e jovens.
Os participantes descobriram como a psiquiatria tinha explorado o racismo durante décadas — os sul‑africanos negros eram canalizados para instituições psiquiátricas através de contratos secretos do governo que garantiam uma elevada ocupação. Dezenas de milhares foram internados sem consentimento, drogados, sujeitos a eletrochoques sem anestesia e forçados a trabalho não remunerado. Os psiquiatras aplicaram teorias de eugenia que restringiam a educação e as oportunidades para os sul‑africanos negros. Em 1983, depois de a CCHR ter denunciado estes abusos, um relatório da Organização Mundial da Saúde comparou os campos de trabalho psiquiátricos à escravatura e confirmou a existência generalizada de negligência, abuso e mortes evitáveis.
Depois de saber estes factos chocantes, um dos participantes disse: “Eu costumava pensar que a psiquiatria estava lá para nos ajudar, mas depois da exibição, obtive muita informação boa. Temos de ensinar os outros sobre a psiquiatria para que eles saibam.”
Outro partilhou: “Esta exibição vai mudar muitas vidas.”
Os membros da comunidade saíram da exibição determinados a protegerem‑se a si próprios e às suas famílias do abuso psiquiátrico.
QUEREMOS realmente SABER DE SI
AUTOR
“As companhias farmacêuticas estão a criar uma epidemia. Elas sabem que estes medicamentos estão a causar pensamentos suicidas e homicídios, mas não têm remorsos. Isto está a acontecer todos os dias no seu quintal. Isto pode acontecer ao seu amigo, à sua família, ao seu vizinho.”
JORNALISTA E BLOGGER
“Acho que sempre que há um tiroteio em massa, ou apenas um homicídio, a polícia precisa de investigar que droga essa pessoa estava a tomar.”
PSIQUIATRA
“O dinheiro colocado no sistema de saúde mental, o número de medicamentos usados estão todos a aumentar, não a diminuir. O que me leva a acreditar que eles na realidade não estão a reparar ou a curar nada.”
PSIQUIATRA
“O que é pior do que o risco de suicídio? A pessoa já não vive. Quero dizer, não há uma coisa mais séria do que isso.”
ADVOGADO PRINCIPAL
“A violência que vemos nestes tiroteios em massa, sem dúvida, é impulsionada por estas drogas e pelo efeito que elas têm nas pessoas.”
ADVOGADO
“Os efeitos secundários pelos quais os tenho levado a tribunal são o suicídio, assassínio, psicose, pessoas a ouvir vozes, pessoas a ver coisas que não estão ali, pessoas a ficarem completamente loucas e a matarem outras pessoas e/ou elas mesmas. Isso é muito sério.”
ADVOGADA DE DEFESA DE SAÚDE MENTAL
“Não é que isso esteja a acontecer porque alguém não recebeu tratamento de saúde mental. É porque o receberam.”
PSIQUIATRA
“É muito evidente que não estamos a resolver nada com os medicamentos. Podemos estar a encobrir as coisas. E a que preço? Os medicamentos têm outros efeitos além de serem viciantes. Outros que são bastante graves.”
FACTOS
PRESCREVER PARA MATAR
As drogas psiquiátricas induzem violência, homicídio e autoagressão. Aqui estão as estatísticas:
80
POR CENTO
de todos os medicamentos ligados à violência, segundo um estudo, são drogas psiquiátricas
2
TIROTEIOS EM MASSA
ocorrem em média a cada 24 horas
740 000
SUICÍDIOS
acontecem todos os anos
25
DROGAS PSIQUIÁTRICAS
foram encontradas fortemente associadas à violência
10,9X
MAIS PROVÁVEL
que uma pessoa a tomar Prozac cometa um ato violento do que se não estiver a tomar a droga