Defender os Direitos Parentais no Cazaquistão
Após uma carta do Presidente do Cazaquistão sobre o aumento da violência doméstica no país, seis membros do Parlamento redigiram um projeto de lei.
Embora fossem necessárias medidas de proteção, a CCHR Cazaquistão viu uma ameaça maior no projeto de lei proposto: um provável aumento dos abusos psiquiátricos no campo da saúde mental. Especificamente, as crianças poderiam ser enviadas para instituições psiquiátricas e receber perigosos medicamentos psicotrópicos sem o consentimento dos pais. E outra cláusula implicava que as crianças poderiam ser entregues a instituições de acolhimento conhecidas por usarem medidas punitivas juntamente com medicamentos psicotrópicos.
Os voluntários da CCHR realizaram imediatamente uma série de reuniões e apresentações com representantes governamentais e meios de comunicação para os esclarecer sobre os riscos de ratificar o projeto de lei. A CCHR e grupos aliados reuniram mais de 50 000 assinaturas presenciais e cartas pedindo ao Presidente que o revogasse. A CCHR lançou uma campanha nas redes sociais que educou mais de dois milhões de pessoas sobre as repercussões negativas que o projeto de lei teria nas crianças e nas famílias.
Finalmente, a CCHR reuniu‑se com os seis deputados que iniciaram o projeto de lei. Convencidos pelos dados e pelo clamor público, os deputados escreveram uma carta ao Presidente do Mazhilis — a câmara baixa do Parlamento do Cazaquistão — a solicitar que o projeto de lei fosse revogado. Isto foi suficiente para o Presidente, que declarou o projeto de lei cancelado, marcando mais uma vitória para as crianças e famílias.
QUEREMOS realmente SABER DE SI
TIA, CIDADE DO CABO, ÁFRICA DO SUL
“Nunca concordei com a administração de drogas psiquiátricas a crianças. A minha sobrinha foi diagnosticada com PHDA aos sete anos de idade e foi‑lhe receitada medicação. Ela basicamente tornou‑se um zombie — já não brincava com as crianças na escola e começou a isolar‑se. Disse ao meu irmão (o pai dela) que ele precisava de a tirar da medicação, o que felizmente ele fez. Vou definitivamente partilhar a informação sobre a CCHR que recebi hoje com o meu irmão.”
ESTUDANTE, SIDNEY, AUSTRÁLIA
“A exibição foi impressionante. Senti‑me tão triste por todas as pessoas que passaram por esta experiência. Fiquei perturbado com a ECT e os tratamentos cirúrgicos. No documentário sobre crianças, fiquei surpreendido por eles fazerem isto a crianças tão pequenas. As pessoas deveriam ser informadas sobre doenças reais em vez destas doenças falsas e tratamentos perturbadores.”
INDIVÍDUO, NOVA IORQUE, EUA
“Esta exibição é incrível, cheia de conhecimento e muito reveladora. Antes de ver esta informação, sempre pensei que a psiquiatria estava aqui para nos ajudar. Agora não consigo acreditar que caí nesta fraude toda a minha vida! Vou espalhar esta notícia como um incêndio e impedir que todos os que conheço tomem medicamentos desnecessários. Sinto‑me muito emocionado com esta visita à exibição. Toda a gente precisa de vir ver isto!”
AMIGO DE UMA VÍTIMA DA PSIQUIATRIA, TORONTO, CANADÁ
“Embora eu nunca tenha tido quaisquer problemas de saúde mental, nem na minha família, sempre soube, no fundo da minha mente, que havia algo de errado com a psiquiatria. Simplesmente ainda não tinha sido confrontado com isso. Recentemente, um bom amigo meu acabou nas mãos de psiquiatras e ele não está feliz e eu não estou feliz com a forma como as coisas estão a progredir. Agora tenho algo com que posso ajudá‑lo. Não posso agradecer‑vos o suficiente por estarem aqui.”
FACTOS
OS EFEITOS TRÁGICOS DA ECT
A eletroconvulsoterapia (ECT) é uma “cura mental” torturante.
460
VOLTS
de eletricidade são enviados
através do cérebro durante um procedimento de ECT.
1 em 14
TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL
após a administração de ECT a mães grávidas.
50
POR CENTO
dos pacientes de ECT
podem sofrer perda
de memória permanente.
50
VEZES
mais elevada taxa de mortalidade por ECT em comparação com
a taxa de homicídios nos EUA.
20–40
PONTOS
é quanto o QI de uma pessoa pode baixar depois de fazer ECT.