| INTERNACIONAL | 6 DE SETEMBRO DE 2025 |

Eletrochoque: Tortura Psiquiátrica
Disfarçada de Terapia

Uma prática psiquiátrica bárbara conhecida como eletroconvulsoterapia (ECT) continua a mutilar e a matar pessoas em nome da saúde mental. A CCHR expõe este chamado “tratamento” ao dar às pessoas os factos sem filtros.
O “tratamento” de eletrochoque, que muitos pensavam ter sido proibido há décadas, continua a ser usado atualmente.
O “tratamento” de eletrochoque, que muitos pensavam ter sido proibido há décadas, continua a ser usado atualmente.

A maioria das pessoas pensa que o eletrochoque foi proibido há décadas. No entanto, 1,4 milhões de pessoas mundialmente recebem eletrochoques todos os anos, incluindo idosos, mulheres grávidas e crianças.

Durante o “tratamento” de ECT, os elétrodos são ligados ao couro cabeludo do paciente e até 460 volts de eletricidade são enviados rasgando o crânio. Isso é voltagem suficiente para fazer funcionar dois elevadores.

Uma convulsão é sempre uma má notícia do ponto de vista médico. Milhares de pessoas morrem todos os anos devido a ferimentos sofridos durante convulsões. No entanto, o eletrochoque causa deliberadamente uma convulsão.

“O que isto é, é eletrocussão. É só isso”, diz o psicólogo clínico Craig Newnes. “Eles não lhe chamam ‘eletrocussão’, eles chamam‑lhe ‘eletroconvulsoterapia’ — e a única coisa que não é, é terapia.”

Na década de 1970, o mundo ficou a conhecer a brutalidade da ECT através do filme vencedor de um Óscar Voando sobre um Ninho de Cucos. Embora o filme tenha desacreditado completamente a prática, esta não desapareceu. Os psiquiatras continuam a montar uma ofensiva de propaganda para manter a existência da ECT, espalhando mentiras sobre o desenvolvimento de versões “humanas” do mesmo. Dizem que as drogas relaxam o paciente para evitar danos graves. A droga administrada é a succinilcolina, que paralisa todos os músculos, exceto o coração. “A droga que eles usam como relaxante também é usada para injeções letais”, diz Newnes.

“O que isto é, é eletrocussão. É só isso. Eles não lhe chamam ‘eletrocussão’, eles chamam‑lhe ‘eletroconvulsoterapia’ — e a única coisa que não é, é terapia.”

Outra “inovação” é pulsar a eletricidade. Diz‑se que isto minimiza os danos. No entanto, de acordo com o Dr. Ken Castleman, as células cerebrais estão tão em risco de danos e morte — se não mais — como com as formas anteriores de ECT.

As vidas continuam a ser arruinadas diariamente pela ECT. Diana caiu nas garras dos psiquiatras depois de dar à luz uma criança. Ela recebeu um total de 28 choques. “Eles têm de continuar a bater na nossa cabeça com aquele martelo… Eles levaram a minha alma, a minha mente, o meu intelecto, as minhas emoções. Literalmente roubaram a minha alma.”

Veja Terapia ou Tortura: A Verdade sobre o Eletrochoque em PT.Scientology.TV/ECT.



FACTOS

OS EFEITOS TRÁGICOS DA ECT

A eletroconvulsoterapia (ECT) é uma “cura mental” torturante.

460

VOLTS

de eletricidade são enviados
através do cérebro durante um procedimento de ECT.

1 em 14

TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL

após a administração de ECT a mães grávidas.

50

POR CENTO

dos pacientes de ECT
podem sofrer perda
de memória permanente.

50

VEZES

mais elevada taxa de mortalidade por ECT em comparação com
a taxa de homicídios nos EUA.

20–40

PONTOS

é quanto o QI de uma pessoa pode baixar depois de fazer ECT.


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