| HUNGRIA |
A CCHR Hungria desafiou décadas de práticas psiquiátricas ilegais, garantindo decisões históricas e assegurando que os direitos dos cidadãos sejam protegidos.
| JOANESBURGO, ÁFRICA DO SUL |
Décadas após o apartheid, os psiquiatras continuam a visar as comunidades de cor.
| ESSEX, INGLATERRA |
Durante os 10 anos desde a morte do seu filho, Melanie Leahy liderou uma campanha que expôs falhas mortais nos serviços de saúde mental de Essex, lutando pela transparência, justiça e reforma.
| TAIWAN |
Num templo histórico no sul de Taiwan, a Exibição Móvel da CCHR expõe os perigos da rotulagem e da medicação psiquiátrica — mudando mentalidades e inspirando a ação da comunidade.
| ESTADOS UNIDOS |
Depois de os antidepressivos não terem resultado, Chris Dubey foi submetido a um “tratamento” de eletrochoque. O que se seguiu mudou a sua vida para sempre.
| GENEBRA, SUÍÇA |
A CCHR diz à ONU que o eletrochoque, a administração forçada de drogas e as restrições a crianças têm de acabar.
| INTERNACIONAL |
Cidadãos em cidades de cinco continentes marcharam para exigir direitos humanos na saúde mental e o fim da psiquiatria coerciva.
| CAZAQUISTÃO |
A CCHR Cazaquistão luta, protegendo as crianças e as famílias de potenciais abusos psiquiátricos.
| ITÁLIA |
A Dra. Vincenza Palmieri enfrentou a psiquiatria ao levar muitos casos aos tribunais italianos em nome da proteção das crianças e das famílias contra o abuso.
| INTERNACIONAL |
Uma prática psiquiátrica bárbara conhecida como eletroconvulsoterapia (ECT) continua a mutilar e a matar pessoas em nome da saúde mental. A CCHR expõe este chamado “tratamento” ao dar às pessoas os factos sem filtros.
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